Animação Cultural: minhas observações


  
Diante do texto que nos foi apresentado na aula de 18 de abril, escrito por Vilém Flusser, denominado Animação Cultural, nos foi pedido que destacássemos duas ideias que mais nos impactaram durante a leitura, de maneira a relacionar essas observações com ideias pré-concebidas e experiências do cotidiano.

 Assim, o texto discute várias ideias impactantes e, de fato, tão revolucionárias quanto seu Supremo Conselho composto somente por objetos, os quais apresentam vontade própria. A discussão me permitiu traçar um paralelo com outra ocasião onde outros oprimidos pela raça humana organizaram-se para derrubá-la; o livro A Revolução dos Bichos de George Orwell, principalmente no discurso inicial do personagem Major. Contudo, o texto de Flusser mostra-se talvez mais pertinente no contexto da discussão de sala, a qual -apoiada pelo documentário sugerido Dilema das Redes-, foca nos objetos como sendo diretamente criados pelos seres humanos.

 Assim, destacam-se: 

  • A ideia da abordagem feita por objetos inanimados de forma racional e lógica - seguindo mesmo os modelos de textos sociológicos e filosóficos humanos, com a utilização de exemplos para fundamentar seus argumentos, tal como a apresentação da cosmologia cristã- sobressai-se pelo fator de quebra de expectativa.
  • A justificativa lógica para a tomada de poder dos objetos, isto é, o histórico de opressão e desprezo, quando na realidade, os humanos são quem mais precisam e dependem destes. 
 Também é válido citar observações importantes feitas pelos colegas de sala, tais quais:

  •  A inversão apresentada da relação homem e objeto, da perspectiva do segundo.
  • Os objetos são animações programadas das ações humanas, uma vez que têm em si impressões de ideias subjetivas.

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