O objeto escolhido foi uma garça feita por meio de dobraduras de papel (origami). Não posso negar que fui inclinada a escolhê-lo por vínculo afetivo, não por este objeto específico, mas pelas dobraduras de papel no geral. Sempre foi algo presente na minha vida -seja como atividade para passar o tempo, ou como objeto de decoração- e marcou muitas tardes da minha infância, com muitas tentativas e muitos erros.
Posso dizer que esse objeto me representa por ser algo que requer paciência e persistência, algo que eu consigo ver em mim. A ideia de ser algo que requer certa prática para o domínio também me incentivou a apontá-lo como meu representante, uma vez que reflete várias experiências minhas. No sentido de não ser boa de cara mas, tentando bastante, existe progresso.


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