Críticas dos Stopmotions Aprimorados (em grupo)

 Críticas dos Novos Stopmotions (aula do dia 26/05)

Grupo composto por: Guilherme Sanches, Jade Beatriz, Livia Maciel, Pablo Bianchini e Sayuri Salvador.




Comentário sobre o trabalho da Lívia

O stopmotion da Lívia usa de recursos de suspense para promover uma atmosfera de imersão e personalidade ao seu trabalho. O som auxilia como mais uma dimensão imersiva, mas trechos também funcionam sem ele, como a manutenção do suspense por meio da luz piscando no corredor.

O vídeo pode ser entendido como programático no sentido de quebrar a expectativa do começo do vídeo através do aparecimento de uma figura diferente das demais.

Também pode ser observados aspectos finalísticos, que se manifestam direcionando os acontecimentos para padrões pré-determinados pela autora, como no final da última cena, a qual prepara o expectador para um momento específico utilizando de recursos conhecidos dos gêneros de suspense e terror (luz piscando, direcionamento lento de câmera etc).


Comentário sobre o trabalho do Pablo 

A animação do Pablo pode ser vista como programática no sentido de não ser possível prever exatamente qual será o próximo acontecimento na narrativa, abrindo margem para interpretações. Entretanto, apresenta uma lógica causalística no sentido de utilizar do sistema causa e consequência para manter a continuidade. Ademais, vale destacar a quebra de expectativa na passagem das cores para o vermelho, bem como a animação bastante fluida na transição dos papéis.

Comentário sobre o trabalho do Guilherme

O stopmotion do Guilherme apresenta aspectos causalísticos, tais como o som da luz apagando pois direciona a experiência do observador, fazendo o uso de recursos já conhecidos por ele. A transição do cata-vento para a flor é interessante, pois não gira os 360 graus, como normalmente é esperado, gerando certa atmosfera programática. Também é válido ressaltar a utilização de várias imagens e gifs de diferentes autores, e como cada um se transiciona para o outro.


Comentário sobre o trabalho da Jade

  O trabalho da Jade pode ser identificado como programático quando brinca com a quebra de expectativas através do recurso do fundo verde e da figura em preto que induz o observador a pensar que esta vai atravessar a tela completamente, o que não ocorre, mas ao chegar no meio, e multiplica-se, de forma fazer um bom uso da expectativa criada. Também são observados aspectos finalisticos na parte da adição do fundo preto, no sentido de direcionar a ideia para o final que pode ser previsto. O recurso de corte, cola e duplicar merece destaque por sua criatividade também. Brinca com os mesmos elementos em diferentes disposições, gerando composições diferentes, bem como cria, no começo, espaços diferentes usando as mesmas linhas pretas, o que agrega muito ao seu stopmotion.

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