Seminário Design de Interação

  Na aula do dia 2 de junho, foi realizado um seminário sobre Design de Interação, no qual nos foi demandada a escolha de duas obras e uma breve explicação sobre cada uma. Para conferir a apresentação de slides na íntegra, clique aqui. Meu grupo foi composto pela Letícia Genuíno, Letícia Andrade, Kamyla, Ana Beatriz, Pedro de Marchi e eu.

 Após a discussão em grupo a respeito das obras previamente pesquisadas, foram escolhidas duas que tinham pontos de partida semelhantes (a captação de movimento e utilização dos recursos de luz e sombra) mas resultados finais bastante distintos. Segue adiante um breve roteiro sintetizando as discussões da equipe após a escolha e pesquisas mais aprofundadas sobre cada obra. 


   01) O Light Topography Wave (2012) de Jim Campbell é um conjunto com 1380 luzes LED brancas, dispostas em um formato de onda, trazendo uma dinâmica diferenciada no momento da interação, pois os caminhantes ondulam pela superfície ou se desfazem no meio. Esse projeto artístico também conta com imagens pré-programadas, onde não é necessária a interação com o público, tendo um início e fim delimitados. Entendemos que essa arte possui dois parâmetros de funcionamento, com a primeira aplicação se encaixando melhor com a programática, pois as imagens serão formadas com gestos e movimentos feitos individualmente pelas pessoas que interagem, as quais variam conforme o usuário. Já com as cenas programadas, ele possuí um âmbito finalístico, pois tem um início e final bem definidos pelo criador.


         

02) O Close-Up (2006) de Rafael Lozano-Hemmer se assemelha com o trabalho mostrado anteriormente no quesito da interação com o público, porém este consiste em uma interface que identifica sombras de quem se aproxima e as mescla com as sombras das pessoas anteriores, transformando a imagem em algo diferente do esperado e única a cada utilização. Podemos associar esse funcionamento com a lógica programática, uma vez que as próximas sombras não possuem formatos e/ou predefinições com uma conclusão obvia.

  

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